A nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14596738938)
RMM7KKANA nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14596738938)
A nova carta chorográphica de Portugal . V ? 1 .
RM2AXA9G0A nova carta chorográphica de Portugal . V ? 1 .
A nova carta chorográphica de Portugal (1909)
RMF2ET45A nova carta chorográphica de Portugal (1909)
A nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14590343920)
RMM7KKAJA nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14590343920)
A nova carta chorográphica de Portugal . CO B a aC •o ^ •« •S -i III -3 -í K^ «> i s -> tj s;I I I
RM2AJCK3HA nova carta chorográphica de Portugal . CO B a aC •o ^ •« •S -i III -3 -í K^ «> i s -> tj s;I I I
A nova carta chorográphica de Portugal (1909)
RMF2ET4JA nova carta chorográphica de Portugal (1909)
A nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14596683149)
RMM7KKAKA nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14596683149)
A nova carta chorográphica de Portugal . --à 1elonrLnho iJi Cniiipo Muioi(Muííu rt-Elvns) I),n,<i II. IS-,/ (Ciinpn M,,;„r) (n (las suas i-e;,%-ilias r imiininiiladfs. crn (i syiiibuli) da sua autiUKnniaadministrativa : iio Museu .Vr(dHi)lo,u,icM de FJvas é apenas um esjie-cimen. ainda que admirável, da missa ar(dnteetU!a antii;;!.
RM2AXAE7WA nova carta chorográphica de Portugal . --à 1elonrLnho iJi Cniiipo Muioi(Muííu rt-Elvns) I),n,<i II. IS-,/ (Ciinpn M,,;„r) (n (las suas i-e;,%-ilias r imiininiiladfs. crn (i syiiibuli) da sua autiUKnniaadministrativa : iio Museu .Vr(dHi)lo,u,icM de FJvas é apenas um esjie-cimen. ainda que admirável, da missa ar(dnteetU!a antii;;!.
A nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14596716129)
RMM7KKAMA nova carta chorográphica de Portugal (1909) (14596716129)
A nova carta chorográphica de Portugal . A NOVA CARTA CHOROGRAPHICA PORTUGAL A NOVA CARTA CHOROGRAPHICA DE PORTUGAL PELO General MARQUEZ DAVILA E DE BOLAMA INSPECTOn GERAL DE OBRAS PUBLICAS ANTIGO DIRECTOR GERAL DOS TRABALHOS GEODÉSICOS E TOPOGRAPHICOS SnCIO CORRESPONDENTE DA ACADEMIA DAS SCIENCIAS DE LISBOA TOMO ITINoticias relativas a vinte e quatro das suas folhas I.ISROACOMPOSTO E lUPIlESSO NA lllllMtENSA l.LCAS niA no UIAKIO DK NOTICIAS, U3 1914novacartachorogr03vi
RM2AJD0FWA nova carta chorográphica de Portugal . A NOVA CARTA CHOROGRAPHICA PORTUGAL A NOVA CARTA CHOROGRAPHICA DE PORTUGAL PELO General MARQUEZ DAVILA E DE BOLAMA INSPECTOn GERAL DE OBRAS PUBLICAS ANTIGO DIRECTOR GERAL DOS TRABALHOS GEODÉSICOS E TOPOGRAPHICOS SnCIO CORRESPONDENTE DA ACADEMIA DAS SCIENCIAS DE LISBOA TOMO ITINoticias relativas a vinte e quatro das suas folhas I.ISROACOMPOSTO E lUPIlESSO NA lllllMtENSA l.LCAS niA no UIAKIO DK NOTICIAS, U3 1914novacartachorogr03vi
A nova carta chorográphica de Portugal . r^. ;^ ^^.^^.^-r^x,.-f»y, Pelourinho (!•• Alilciu Nopiu^irn. Azoitã»!(Clicbé do ar. Jorge Limai Folha n. 18-(j {Campo Maior) 65 de pesos falsos. Por este diploma também os padeiros, nas mesmaseondiçfies, incorriam nRo só na pena de exposição, mas numa multapecuniari;!. Permitta-se-nos ainda a transcri]i(,-ào do seguinte período, comque o Visconde de .Turomenha termina a communieação de 27 deOutubro de 1844. «Em l>i;i4, para imitar a revolução de França, arrancaram osbraços de ferro de alguns pelourinhoti. atlm de fazer desapparecer amemoria do seu a
RM2AXAE25A nova carta chorográphica de Portugal . r^. ;^ ^^.^^.^-r^x,.-f»y, Pelourinho (!•• Alilciu Nopiu^irn. Azoitã»!(Clicbé do ar. Jorge Limai Folha n. 18-(j {Campo Maior) 65 de pesos falsos. Por este diploma também os padeiros, nas mesmaseondiçfies, incorriam nRo só na pena de exposição, mas numa multapecuniari;!. Permitta-se-nos ainda a transcri]i(,-ào do seguinte período, comque o Visconde de .Turomenha termina a communieação de 27 deOutubro de 1844. «Em l>i;i4, para imitar a revolução de França, arrancaram osbraços de ferro de alguns pelourinhoti. atlm de fazer desapparecer amemoria do seu a
A nova carta chorográphica de Portugal . s os R. R. sào condemnados áproporção dos seus delictus,ciiegaiido muitos ])ehi sua atrocidade, a ])adecer a pena ultima. Paraa sua execução lia huma F(ijca. hum pelourinlio e Algo/.es.» l)esta descrip(;ào inliri-se claramente ([ue este JJelouiijilio nãosersia ]iara patiliido, porque a ser assim não era então necessárioluiAcr f(jrca. FoiToso (> porem confessar (|ue em Portugal alguns ])elourinliosseiiraiu taudiem para as execui.-òes ca]iitaes. não estando isentodesla macuh-i n lielhi pelourinho ir Lislma. míde foi executado umcadete |ielo hiini(l
RM2AXAE1TA nova carta chorográphica de Portugal . s os R. R. sào condemnados áproporção dos seus delictus,ciiegaiido muitos ])ehi sua atrocidade, a ])adecer a pena ultima. Paraa sua execução lia huma F(ijca. hum pelourinlio e Algo/.es.» l)esta descrip(;ào inliri-se claramente ([ue este JJelouiijilio nãosersia ]iara patiliido, porque a ser assim não era então necessárioluiAcr f(jrca. FoiToso (> porem confessar (|ue em Portugal alguns ])elourinliosseiiraiu taudiem para as execui.-òes ca]iitaes. não estando isentodesla macuh-i n lielhi pelourinho ir Lislma. míde foi executado umcadete |ielo hiini(l
A nova carta chorográphica de Portugal . uito concorreu para a sua mutilação. O tempo e os terrainiitus prejuilicaram o editieio, t^ deterniina-raiu di-ersas reconstrucyòes, de ([ue ibi completa a que nuindou fa-zer L). .loào IV, pelo risco do (telebre architecto João Turreano, esob a dir(!cçào deste famoso monge benedictino. Actualmente o (convento e as suas othciíias, constituem um vas-tíssimo editieio, cujos corpos foram construídos ou rectificados emvarias epochas, e ipie não teem entre si nenhuma ligação arehi-tectonica. No vestíbulo do convent(t e.xistia, emhchida na |iaiede, uma dasbal
RM2AXAAK6A nova carta chorográphica de Portugal . uito concorreu para a sua mutilação. O tempo e os terrainiitus prejuilicaram o editieio, t^ deterniina-raiu di-ersas reconstrucyòes, de ([ue ibi completa a que nuindou fa-zer L). .loào IV, pelo risco do (telebre architecto João Turreano, esob a dir(!cçào deste famoso monge benedictino. Actualmente o (convento e as suas othciíias, constituem um vas-tíssimo editieio, cujos corpos foram construídos ou rectificados emvarias epochas, e ipie não teem entre si nenhuma ligação arehi-tectonica. No vestíbulo do convent(t e.xistia, emhchida na |iaiede, uma dasbal