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A nova carta chorográphica de Portugal . a Arcos! U onomástieo nada tem de raro na peninsula e I)Ar-l)ois de Jubainville diz que Arco era já inimc ju-eromano de liomem[ArchcnloijQ [ortiKjiirx, Inc. cit.). << hi-asào da -ila é o escud(.i dasarmas reacs A^ 1). Manuel, cuti^c uma esfcia armilar e a cruz deCiiristo. Sc o liitiir pi-etciidc agora salici com auteiiticiíhúh (e é justoque MiuM f orof/níjid lh(i (ligai (|uacs ns antigos monumentos que.dentro das fronteiras deste concelho. ;iiuda ;io |)resente restam, al-guma coisa lhe poderei contar do ir tim sido axcriguado até hoje. Os conheci

A nova carta chorográphica de Portugal . a Arcos! U onomástieo nada tem de raro na peninsula e I)Ar-l)ois de Jubainville diz que Arco era já inimc ju-eromano de liomem[ArchcnloijQ [ortiKjiirx, Inc. cit.). << hi-asào da -ila é o escud(.i dasarmas reacs A^ 1). Manuel, cuti^c uma esfcia armilar e a cruz deCiiristo. Sc o liitiir pi-etciidc agora salici com auteiiticiíhúh (e é justoque MiuM f orof/níjid lh(i (ligai (|uacs ns antigos monumentos que.dentro das fronteiras deste concelho. ;iiuda ;io |)resente restam, al-guma coisa lhe poderei contar do ir tim sido axcriguado até hoje. Os conheci Stock Photo
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A nova carta chorográphica de Portugal . a Arcos! U onomástieo nada tem de raro na peninsula e I)Ar-l)ois de Jubainville diz que Arco era já inimc ju-eromano de liomem[ArchcnloijQ [ortiKjiirx, Inc. cit.). << hi-asào da -ila é o escud(.i dasarmas reacs A^ 1). Manuel, cuti^c uma esfcia armilar e a cruz deCiiristo. Sc o liitiir pi-etciidc agora salici com auteiiticiíhúh (e é justoque MiuM f orof/níjid lh(i (ligai (|uacs ns antigos monumentos que.dentro das fronteiras deste concelho. ;iiuda ;io |)resente restam, al-guma coisa lhe poderei contar do ir tim sido axcriguado até hoje. Os conhecidos megalitos. que em poiluguês tem o nome de (ííí-tiis. nào sào escassos nest;i região de hliit re-l,ima-e-;Iinlio. l,ncon- tram-se ainda nas freguesi;is irmis montanlios,-is. ati sino no On- Ulro-Maior. ijUe i ;i (lenoniln;ii;ão ilo ponto iiimÍs elevado da serra(I4lr). Só Miini pl;in;ilto c-liam;nlo o Mf::l,i, (pie lic.M entre as fregue-sias de (;di;in;i Maim- e So.-ijo. h;i um ,i:-|-iipo díiipielles monumentos. Folha n. 2-d (Arco/i de Valle de Vez) 39 preliistoricos com não menos que treze ou catorze, .alguns já reduzi-dos á sim[)les niamôa ou elevação mamilar de terra, que protegia aseamaras dolni(nicas. E depois da Excurscío á Serra de Soajo, pelosr. dr. J. Leite de Vasconcellos, e do Passeio Archeologico »o con-celho dos Á7-C0S de Valdevez, pelo autor desta noticia, já mais algu-mas antas tem sido registadas. De-passagcm, acentuarei que estas construções, que tiveramum destino funerário, pertencem aos tempos prehistóricos e nãotem nada qu(^ ver com os povos célticos, a cujo ingresso na penín-sula ibérica são muito anteriores. Nelas só tem aparecido, comoes])iJlio mortuário, alem de ossos iiumanos. utensilios e armas dep(>dra (neolíticos) e, muito raras vezes, objectos metálicos, demons-tração em todo o caso de um culto e de uma crença, já em épocastão recuadas. Posteriormente a esta lase da civilizaçàn. o (jue aiia

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